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Blog de sergioguedes.ap
 


DESABAFO TUCUJU

 

Esta semana uns amigos me convidaram para participar de uma festa de confraternização. Eu disse “Tudo bem, eu aceito!” O problema foi quando eles me disseram que haveria uma brincadeira: o amigo oculto. Eu disse “ Amigo oculto não, amigo invisível”, afinal, desde que eu me entendo por gente é assim que as pessoas se referem a esta brincadeira. Houve contestação “Amigo invisível não existe. O correto é amigo oculto.” E eu disse: “Se existe ou não existe não interessa. O que importa é que essa é maneira peculiar da nossa gente  de se referir a este “jogo”. E as tradições existem para serem respeitadas.

Não entendo essa mania de certas pessoas quererem “modernizar” a cultura. Cultura é justamente o inverso disso: é a conservação do conjunto das tradições, dos costumes de um povo. 

Para mim, soa como pedantismo quando ouço alguns jornalistas, por exemplo, pronunciarem a palavra qüestão ao invés de questão que é como eu tenho certeza que eles aprenderam, e é como o nosso povo fala nas ruas.

As meninas de hoje já não jogam macaca, jogam amarelinha.

Já ouvi alguns meninos se referirem à peteca como bola de gude.

As quadrilhas juninas se “modernizaram” tanto que hoje em dia podem ser tudo menos quadrilhas juninas (desculpem a redundância); como já disse, cultura se conserva, não se altera.   

Não podemos fechar os olhos as inovações que o tempo traz, afinal a vida está sempre se renovando. Porém não podemos deixar que de se desate o nó entre nós e os nossos antepassados. Nós deveríamos sentir orgulho de conservar o nosso modo de falar, de vestir, de pensar, de dançar, de sorrir etc. Nós devemos sentir orgulho do que somos, e achar bonito o que somos. E conservar o que somos!



Escrito por sergioguedes.ap às 11h37
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MARACÁ FEST MUSIC

 

Ontem à noite eu fui prestigiar o Maracá Fest Music. Achei o show do Jota Quest legal. Eu me diverti bastante.

Quando eu saí de casa, eu esperava encontrar um sufoco, no entanto, a presença de público foi apenas razoável para um evento de tamanha envergadura. Em nenhum momento houve tumulto, havia bastante espaço para as pessoas transitarem. Até no estacionamento a coisa estava tranqüila; todo mundo pode deixar seu carro numa boa posição.

Mas tudo bem, esta é só a primeira edição, a tendência é que as coisas melhorem com o tempo.

Eu só queria que esses eventos não se limitassem a cantores de rock, axé, pagode, calypso, sertanejo, brega, enfim, de ritmos mais populares; gostaria que algum promotor de eventos ousasse trazer para nosso estado grandes nomes da MPB. Tenho certeza de que eles não teriam prejuízo. 

 

FALTA DE OPÇÕES

 

Macapá é uma cidade que possui diversas praças que poderiam ser melhor aproveitadas nos feriados e nos finais de semana. Por que os órgãos de cultura do nosso estado não promovem nesses dias feiras com produtos locais e apresentações de cantores regionais, por exemplo?

Tente sair num domingo à tarde atrás de eventos para você se distrair. Tenho certeza que você vai voltar contrariado para casa pela falta de opções na nossa cidade.

Sou macapaense e não pretendo sair daqui, mas tenho que me calar quando alguém de fora diz que por aqui não existem muitas opções de diversão.

Os espaços públicos tem que ser melhor aproveitados; e se as autoridades não se movimentam, os próprios artistas poderiam espontaneamente começar a ocupar esses vazios com a sua arte. O povo agradeceria!!!

Lembram da música dos Titãs: “A gente não quer só comida/ A gente quer comida, diversão e arte/ A gente não quer só comida/ A gente quer saída para qualquer parte.” ?        

 

 

       



Escrito por sergioguedes.ap às 23h11
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PAPÃO REBAIXADO

 

Infelizmente para a grande nação bicolor, o Paysandu foi rebaixado ontem para a terceira divisão. Mesmo vencendo o Marília por 4 a 1, o Papão foi prejudicado pelas derrotas do Remo e do Sport Recife. Agora só resta agüentar as provocações dos remistas, e dar a volta por cima.

 

SÃO PAULO FUTEBOL CLUBE

 

Falando em futebol, já está dando nos nervos a maneira como a imprensa esportiva vem tratando a conquista do título brasileiro pelo São Paulo. Agora o tricolor paulista é a equipe mais perfeita do mundo, “o lugar onde todo mundo gostaria de trabalhar”, como disse o nada modesto técnico Muricy Ramalho. É verdade que o São Paulo mereceu o título e que ele é um clube superorganizado, mas não é o paraíso. Não devemos esquecer que o brasileirão foi a única conquista desse ano: o São Paulo perdeu o Paulistão, a Libertadores e a Supercopa. Se nós formos contar houve mais derrotas do que vitórias.

 

ESCOLHA DOS MELHORES DO BRASILEIRÃO

 

A lista apresentada para a escolha dos melhores do brasileirão de 2006, como sempre, é recheada de equívocos. Equívocos não, quem acompanha futebol sabe que há um peso político(não partidário, é claro) muito grande na elaboração dessa lista. Já pensou se o Renato Gaúcho, que não ganhou nada dirigindo o Vasco da Gama há mais de uma ano,

ganhar o título de melhor técnico, e o Zé Roberto que chegou um dia desses nos Santos e já aparece entre os melhores? E os árbitros apontados? Melhor nem comentar.

 

E OS ESTÁDIOS DE FUTEBOL?

 

E as obras do Zerão? E o Glicerão? Mais um ano termina e o Amapá continua sem um estádio de futebol em condições de abrigar jogos pelo Campeonato Brasileiro. Em fevereiro inicia a Copa do Brasil, e nós, amapaenses, vamos ter que passar de novo pelo vexame de ouvir comentários nada agradáveis a respeito do nosso Estado. Ano passado foi ridículo: o gramado do Zerão estava pior que um pasto. As equipes de fora saíram falando, com toda razão, cobras e lagartos daqui. Será que vamos ter que passar pela mesma humilhação? Se não derem um jeito nos estádios, será melhor pedir que nem se realizem jogos aqui, pelo bem da nossa imagem.

O Zerão tinha tudo para ser um cartão-postal do nosso estado. Um estádio que fica no meio do mundo poderia ser o palco de grandes jogos e espetáculos. No entanto, o que se vê é aquilo...   

 



Escrito por sergioguedes.ap às 11h11
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